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Da cópula à gestação PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Ciclo 01 A compreensão do comportamento sexual canino e do ciclo éstrico da cadela, assim como o conhecimento das características dos gâmetas caninos e da fisiologia normal da cópula, permite um melhor diagnóstico dos problemas mais comuns desta fase reprodutiva.
Desta forma, é possível identificar com maior precisão o momento da fecundação e da idade gestacional permitindo assim obter uma gestação com sucesso.
É importante o conhecimento do ciclo éstrico da cadela:
O início da puberdade prevê-se em média entre os 7-10 meses de idade. É influenciado pela raça e por características individuais sendo que muitas vezes não é detectado pelo dono.

A cadela é monoéstrica, de sazonalidade imperceptível, necessita de uma fase de anestro e tem um período inter-éstrico de 5-10 meses, apresentando variabilidade racial e individual.
As fases de cada ciclo são caracterizadas pelas alterações de alguns parâmetros.
 
As oscilações hormonais, levam a alterações anatómicas, comportamentais e especificamente da parede vaginal, que ao serem monitorizadas, ajudam a encontrar o momento ideal para a cópula.
É importante o conhecimento das características dos gâmetas caninos:
A ovulação dá-se ao 2º-4º dia do estro, em média 48-72h após o pico de LH. Os óvulos libertados são oócitos primários (imaturos), que requerem 24-72h de maturação nos oviductos, antes de serem fecundos. Uma vez maduros, a vida média de cada oócito é de 2-4 dias.
 
Os espermatozoídes de uma cópula natural podem chegar ao oviducto da cadela em 25 segundos. Uma vez ejaculados, têm uma vida média intrauterina fecunda de 4-6 dias após a cópula.
É importante o conhecimento do comportamento sexual canino:
A idade, experiências anteriores, personalidade individual e posição social são factores interligados que influenciam o comportamento na cópula.
No momento da cópula, o meio envolvente, a presença ou não de pessoas ou outros animais, medeiam o sucesso do acto. Fundamental, é o momento do ciclo éstrico da cadela, que é manifestado pelo comportamento de ambos.
A programação de uma gestação obriga uma lista de cuidados de saúde prévia, para maximizar o sucesso da cópula.
A Gestação divide-se em vários períodos:
O período de ovozigoto – Após a fertilização que se dá dentro do oviducto, ocorre uma divisão celular, designada por clivagem, com duração de 2-12 dias, após a qual ocorre a migração transcornual (distribuição dos ovos pelos cornos uterinos), entre o 12º-16º dia, ocorrendo no final deste período, a implantação embrionária.

O período de embrião – Decorre desde a implantação até à completa organogénese – do 18º-35º dia. A placenta das cadelas é endotelial e zonal. São necessárias altas concentrações de progesterona, produzida exclusivamente pelos corpos lúteos.

Por fim, o período de feto – Corresponde ao máximo crescimento do feto com aumento do peso e volume abdominal materno. O desenvolvimento mamário dá-se durante toda a gestação, mas a presença de leite nos mamilos ocorre nos 60º-63º dias. O tamanho da ninhada e o tamanho fetal é influenciado pela raça e tamanho da mãe (tamanho do útero e número de oócitos), pela quantidade de espermatozoídes do pai, pelo momento da cópula e pela idade e saúde da cadela (viabilidade uterina). Uma ninhada pode ter pais múltiplos, no entanto, não há grande diferença entre a idade dos embriões.
O diagnóstico de gestação na cadela não pode ser feito pela ausência de estro. As alterações de comportamento, as alterações físicas e a palpação abdominal, sobretudo a meio do período gestacional, podem ser elementos suficientes para um diagnóstico positivo. A medição da hormona relaxina a partir do 25º dia, é a única prova endócrina disponível para diagnóstico gestacional na cadela. O diagnóstico por imagem é bastante completo. Por rx, a partir do 45º dia, é possível a contagem do número de fetos, pois já existe mineralização do esqueleto fetal.
A ecografia além de permitir um diagnóstico de gestação precoce, permite uma estimativa do tamanho, da idade e da viabilidade fetal.

Existem também factores inerentes ao feto e/ou à mãe, infecciosos ou traumáticos, ligados ou não às condições uterinas e ováricas, que podem provocar aborto numa fase mais precoce ou tardia, provocando reabsorção ou expulsão fetal.
A cada cópula programada deve corresponder uma gestação tranquila e uma ninhada saudável.
 
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